Com 74 anos de idade, uma fortuna de 21,5 bilhões de dólares, segundo a Bloomberg, e o controle de empresas como Ambev, Burger King e Heinz, Jorge Paulo Lemann tem credibilidade de sobra para descrever as características que definem os melhores profissionais.

O homem mais rico do Brasil compartilhou qual é o perfil de profissional que ele considera como um “talento”, um termo valorizado pela área de recursos humanos para definir pessoas de elevado potencial. Confira o que ele revelou:

1 Tem um histórico de feitos

As experiências passadas contam (e muito) para Lemann. “Há pessoas que são ótimas, até foram para uma boa faculdade, mas não fizeram nada”, afirmou durante o bate-papo. O destaque vai para quem saiu da curva e não só exibiu uma lista de passagens por empresas no currículo, mas que se diferenciou em cada vivência. “Você tem que ver o que ele já fez e o que fez de diferente”, disse.

2 Exibe brilho no olho

Gostar do que faz e ter ambição também conta, segundo o empresário. “Gostamos de pessoas que têm brilho no olho, que querem fazer, querem ser bem-sucedidas”, descreveu.

3 É capaz de andar sozinho

Entre alguém que espera por ordens e outro que crie “algum problema por querer andar muito sozinho”, Lemann prefere a segunda opção. “Não gostamos do soldado disciplinado que só vai fazer uma ordem”, disse.

4 Traz resultados contundentes

Não adianta ser um mestre em “marketing pessoal”, se não prova, na prática, que é tudo o que vende. Por isso, atingir resultados é essencial para o executivo. “Tem gente que fala muito e bonito, mas que não faz e não acontece”, afirmou. “Outros nem falam tanto assim, mas de alguma maneira conseguem chegar lá”.

5 Trabalha bem com outros

Dentro das empresas de Lemann, a história do “gênio louco sozinho” não cola. “Pode ser gênio, mas não funciona bem dentro do nosso sistema”, disse. Ou seja, saber se relacionar, cooperar e toda a lista de atributos essenciais para o trabalho em equipe é fundamental.

6 É ético

“As pessoas podem ser diferentes, ter qualquer religião, maneiras diferentes de fazer as coisas. Mas tem que ser ético. Se não é, não dá para trabalhar”, afirmou.

Fonte: Exame

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